As imagens de 4 mulheres parecidas entre si são projetadas e ao se relacionar com essa noção de semelhança Isabela Santana busca abordar algumas questões: A superfície do corpo é sua imagem corporal? A imagem do outro pode ser a minha? O que encontro ao mergulhar nessas imagens?
O solo explora alguns aspectos das obras da artista brasileira Lygia Clark, dos trabalhos do vídeo-artista americano Bill Violla e das Vídeocriaturas do brasileiro Otávio Donasci. Em especial, a obra “A Estruturação do Self” (1976) da última fase de Lygia Clark, investiga e questiona a apreensão do mundo através da sensação, ativando a potencialidade de camadas mais sensíveis do corpo. São proposições que enfocam a superfície do corpo, ou seja, a sua noção de imagem, trabalhando sua alteridade, seus contrastes, seus “outros”.
10min (sem cortes) do solo no YOUTUBE:


